Confesso que não faço parte da multidão que aclamou o bem sucedido Juno, de 2007 e que também foi dirigido por Jason Reitman.Ovacionado, na época, o filme tratava de um assunto delicado como a gravidez na adolescência sob um olhar bem humorado e com boas atuações (com excessão de Jason Bateman, irritante).Pecava somente nos detalhes, na atuação de Jason Bateman (Irritante) e na fotografia.Agora, por sinal, o filho do veterano diretor Ivan Reitman (De filmes
como Irmãos Gêmeos e Caça-Fantasmas 1 e 2), parece ter aprendido a lição.E tratou de botar a mão na massa, escrevendo ele mesmo o roteiro, junto de Sheldon Turner.
Com atuação carismática e segura de George Clooney, o filme narra a história de um "Conselheiro de transições de carreira".Em tempos de crise econômica, ele faz o que as empresas decadentes não têm coragem de fazer: demitir pessoas.Com isso, ele passa viajando em média 322 dias por ano, morando praticamente em hotéis e chamando aeroportos de casa.
O roteiro, baseado num livro escrito por Walter Kirn em 2001, mostra porque venceu o Globo de Ouro e esbanja diálogos rápidos e afiados, sempre evidenciando a química que George Clooney possui com qualquer atriz, seja com a excelente Vera Farmiga ou com a promissora Anna Kendrick.E ainda traz Jason Bateman, enfim, numa boa participação.Jason Reitman também merece destaque na eficiente ilustração do cenário de crise, através de escritórios quebrados e inúmeras demissões.
Abordando ainda a velha questão do Homem VS Máquina, o filme acaba sucumbindo a velhos clichês, diminuindo a força de um filme que tinha tudo para dominar a temporada de premiações.É um filme muito bom e que enaltece a carreira de Reitman, mas não o bastante para derrubar James Cameron. 4 Estrelas(Muito Bom)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
CRÍTICA - Amor Sem Escalas
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